o sim do não

21 de fevereiro de 2015

Como não amar

A presença da falta?

Me falta até o ar!

A Verdade? (Revê-la )

20 de fevereiro de 2015

Releva

Não revela
O que te leva a ver à vera

Ode à sorte

20 de fevereiro de 2015

A manhã cobre
O gesto nobre
O gosto podre
O cheiro ocre
O devir pobre
O olho sôbre
O grito mudo
A morte nasce

10 de abril de 2014

a dúvida

é a dádiva

da vida

.

ou a dívida?

O Mar

16 de outubro de 2013

     O Mar
a quem sabe
      Amar

Amarela

14 de outubro de 2013

A manhã
Amarela
O amor e
A morte

HK da falsa inteligência

15 de julho de 2013

   CIA
sua pior
    cia

Liberdade

8 de fevereiro de 2013

O problema não é ela não querer. O problema é ela não poder. Porque as pessoas só fazem o que querem.

para o lazarento Nelsinho. Ladino, escroto, lacaio

13 de setembro de 2012

PIRO, VIU!

VIRO VAM

PIRO, VIL!

Imagem

Cimento

28 de agosto de 2012

 

 

 

 

 

 

 

Se, mente,

Cimenta.

Sedimenta.

Cede

Menta

Mente.

_

Minto,

Sinto muito.

 

 

 

 

 

 

 

Sonho – A mais pura Realidade

18 de julho de 2012

Há quem só testemunhe

A crua visão da realidade.

Se sonhar – Sobe Possibilidade

Tu sabes que sobe, tu sabes.

Não sabes o porquê parece que não, que não sabes que sobe.

Mas, na real, sabes, que,

Se sonhar – Sobe Possibilidade

Depois desce

Recria a realidade crua

Reveste a possibilidade nula

de possibilidades novas

subidas

sabidas

assubiadas

 

 

 

HK da Boca do Monte

4 de julho de 2012

O apito do Trem

Vem pelo Vento

Norte

VvV

30 de maio de 2012

Viixii

viajou de

Voyage

O Tridente

11 de maio de 2012

.

.

.

.

.    armadurado em seu próprio ninho

.

.

. nu em plena caverna      um tridente bem afiado a te espezinhar

.

.

.   desarmado em meio a selva

.

.

.

.

Vaneira Épica (ou venerea pica)

16 de abril de 2012

Eu venho lá da fronteira

do pensamento

Trago comigo uma instância

e um momento

 

O cheiro, o gosto do campo

um sentimento

Das coisas que mudam com o tempo

com o tempo e o vento

 

Eu vou voltar pra fronteira

pra Livramento

Pois lá me sinto em casa

meu epicentro

 

A carne assada na brasa

que suculento

O truco de testa na tarde

de tento atento

 

De noite um bochincho em Rivera

e o contra-tempo

Foi dedo na cara, eu te mato!

eu te arrebento!

 

Peleia, adaga e balaço

sangue correndo

Não posso, não quero, não creio

eu não entendo

 

A china caída em meus braços

Que sofrimento

Não volto mais pra fronteira

n’em pensamento

o mantra

17 de fevereiro de 2012

sinceramente, não sei mais o que fazer

preciso fazer algo imediatamente!

.

já sei,

           vou fazer

                             o mais difícil

..

           vou fazer

                              um mantra,

      um poema,

                     uma inutilidade.

e dispor as palavras em escadinha no texto.

med ita

12 de dezembro de 2011

ele medita

mente aberta

a medida certa

nem tão mortos

2 de novembro de 2011

manhã de um segundo de novembro, nenhum segundo de novembro me lembro dos mortos, a não ser numa manhã de um segundo de novembro

Mais um capítulo, mais humano

21 de outubro de 2011

com ela

foi mais

uma, no:

“A Breviedade de

uma Banana Descascada”

Jéju ar

1 de setembro de 2011

jéju

         o jujo

_

jéju

          o  jujo

                       jejuno

_

é jujo

     e o jejuno

já  jéju

_

aí já jéjei

                  jojado

_

                                   bem jojado