Vaneira Épica (ou venerea pica)

Eu venho lá da fronteira

do pensamento

Trago comigo uma instância

e um momento

 

O cheiro, o gosto do campo

um sentimento

Das coisas que mudam com o tempo

com o tempo e o vento

 

Eu vou voltar pra fronteira

pra Livramento

Pois lá me sinto em casa

meu epicentro

 

A carne assada na brasa

que suculento

O truco de testa na tarde

de tento atento

 

De noite um bochincho em Rivera

e o contra-tempo

Foi dedo na cara, eu te mato!

eu te arrebento!

 

Peleia, adaga e balaço

sangue correndo

Não posso, não quero, não creio

eu não entendo

 

A china caída em meus braços

Que sofrimento

Não volto mais pra fronteira

n’em pensamento

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